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Retinopatia Diabética

abril 18, 2013
admin
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Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Federação Internacional de Diabetes (FDI), em 2025 o número de diabéticos deve chegar a 333 milhões.

Os obesos representam a maior taxa de risco. Estudos mostram que 2% dos adolescentes obesos são diabéticos e 12% têm intolerância à glicose.

Para o diabetes tipo 1: cerca de 25% dos pacientes desenvolverão retinopatia após 5-10 anos de doença. Por volta de 70% terão essas alterações após 10 anos e 90% após 30 anos.

Para o diabetes tipo 2: 10% dos pacientes apresentam sinais de RD na data do diagnóstico; 25% após 10 anos e 60% após 15 anos.

São considerados fatores de risco para o agravamento da retinopatia: a duração do diabetes, o número de microaneurismas, pressão arterial elevada, íris azul ou cinza, fumo, gravidez e cirurgia de catarata.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o custo total anual, direto e indireto, do tratamento dos diabéticos brasileiros chega a R$ 9,4 bilhões. A doença é, hoje, a terceira maior causa de morte no Brasil. Em alguns países (México, por exemplo), o diabetes situa-se em primeiro lugar, à frente do câncer e das doenças cardíacas. A maioria dos portadores descobre a doença ao fazer um teste de glicose ou quando surgem complicações. Essas pessoas costumam estar acima dos 401 anos, têm excesso de peso ou história familiar de diabetes.

A retinopatia diabética é a maior causa de cegueira prevenível em pacientes em idade laborativa, atingindo até 50% dos pacientes diabéticos em alguma época da vida.

O paciente diabético tem 29 vezes mais chance de desenvolver cegueira que um paciente não diabético. Estima-se que 80% dos pacientes diabéticos apresentarão algum grau de retinopatia diabética após 25 anos de instalada a doença (seja ela tipo I ou tipo II). Estima-se que entre 5% e 8% dos pacientes cegos no mundo o são em decorrência de retinopatia diabética, que também é responsável por cerca de 12% dos casos novos de cegueira no mundo.

Para o Brasil, a estimativa é de que 6.1% da população- 11,5 milhões de pessoas- tenham diabetes (sendo que 5% desse contingente são crianças). Destes, cerca de 50% desenvolverão retinopatias, perfazendo total de 5,5 milhões de brasileiros com doença.

 

A cegueira em números

março 10, 2013
admin
1
  • 90% dos casos de cegueira ocorrem nas áreas pobres do mundo;
  • 60% das cegueiras são evitáveis;
  • 40% das cegueiras tem conotação genética (são hereditárias);
  • 25% das cegueiras tem causa infecciosa;
  • 20% das cegueiras já instaladas são recuperáveis.

Prevalência da cegueira:

  • 0,3% da população em regiões de boa economia e com bons serviços de saúde;
  • 0,6% da população em regiões com razoável economia e com razoáveis serviços de saúde;
  • 0,9% da população em regiões de pobre economia e com pobres serviços de saúde;
  • 1,2% da população em regiões de muito pobre economia e com muito pobres serviços de saúde.

Cegueira no mundo:

Dados atuais existir no mundo aproximadamente 50 milhões de cegos, cerca de 180 milhões de pessoas com alguma deficiência visual e 135 milhões com deficiência visual e risco de cegueira.

Os custos globais diretos com a cegueira são estimados em 25 bilhões de dólares anuais. Este total é no mínimo dobrado, quando levamos em conta os custos indiretos, alcançando mais de 50 bilhões de dólares por ano. A previsão é que o número atual de cegos no planeta (50 milhões) alcance 76 milhões em 2020. Todavia, uma intensa conjugação de esforços e a injeção de recursos adicionais podem desacelerar este crescimento, de modo que cheguemos a 2020 com 24 milhões de cegos, evitando, ainda, que a cegueira inutilize 429 mil pessoas/ano.

Cegueira no Brasil:

O Brasil detém hoje cerca de 2.83% da população mundial. Os cálculos apontam para a existência de 1,4 milhões de cegos no Brasil.

Cálculo da Prevalência de Cegueira no Brasil:

  • População Indigente: 20.598.495 (1,2 % prevalência) = 247.182
  • População pobre: 55.376.831 (0,95% prevalência) = 526.080
  • População classe média: 107.854.234 (0,6% prevalência) = 647.125
  • População rica: 354.704 (0,3% Prevalência) 1.064

Total Estimado para o Brasil: 1.421.451 cegos.

Deficientes visuais no Brasil:

Estima-se que o contingente de deficientes visuais, isto é, pessoas com acuidade visual no melhor olho entre 20/70 e 20/400, chegue a 4 milhões de pessoas.

Existem, portanto, cerca de 5,4 milhões de brasileiros com perda visual severa (cegueira ou visão subnormal).

Para cada pessoa cega, existem, em média, 3,4 pessoas com baixa visão. Diferenças regionais podem significar uma variação desse dado entre 2,4 e 5,5 pessoas com baixa visão para cada indivíduo com cegueira. Estudos mostram que mais de 90 % da deficiência visual no mundo está localizada nos países em desenvolvimento.

Os erros de refração, entretanto, não estão incluídos entre as causas de deficiência visual, o que significa que a magnitude da atual deficiência visual no mundo seja ainda maior.

A distribuição da deficiência visual também não é uniforme no que se refere ao sexo. Estudos indicam que em todas as regiões do mundo, em todas as idades, mulheres possuem um risco significantemente maior que os homens de se tornarem deficientes visuais.

Cegueira e Baixa Visão na Criança:

Os dados epidemiológicos disponíveis para o Brasil mostram que 30 % das crianças em idade escolar apresentam problemas de refração que interferem em seu desempenho diário. Isso representa um universo de mais de 8 milhões de crianças entre 7 e 14 anos que estão expostas a enfrentar problemas em sua inserção social em sua qualidade de vida e de auto-estima.

A correção óptica dos erros de refração- miopia, hipermetropia e astigmatismo- fundamental para a solução destes problemas, é o foco mais importante de uma recente Política Governamental denominada Olhar Brasil que visa o atendimento médico oftalmológico e a doação de óculos para crianças matriculadas em escolas públicas de todos os municípios brasileiros nos próximos três anos.

Há, além dos casos de baixa visão por erros refracionais, crianças nas quais a ocorrência de visão subnormal representa um grave problema de saúde pública. A prevalência de cegueira infantil é uma questão que requer ainda mais atenção do poder público, especialmente pelo fato de que uma criança cega tem muitos “anos de cegueira” pela frente. O número de “anos de cegueira “devido à cegueira infantil (calculado multiplicando-se o número de cegos pela expectativa de vida) é muito próximo ao número de “anos de cegueira “ por catarata em adultos.

Algumas das principais causas de mortalidade infantil (ex: parto prematuro, sarampo, síndrome de rubéola congênita, deficiência de vitamina A e meningite ) estão associadas à cegueira na infância. A Organização Mundial de Saúde (OMS) relata que, anualmente, cerca de 500.000 crianças ficam cegas no mundo. Destas, 70 a 80% morrem durante os primeiros anos de vida, em conseqüência de doenças associadas à causa do seu comprometimento visual.

Estima-se haver 1,4 milhão de crianças cegas no mundo. Tal magnitude faz com que a Prevenção da Cegueira Infantil seja uma das cinco prioridades da Iniciativa Global da Organização Mundial de Saúde (OMS) e Agência Internacional de Prevenção de Cegueira (IAPB) denominada de “programa Visão 2020- pelo direito à visão “.

Estudos populacionais indicam menor prevalência da cegueira infantil em países desenvolvidos (estimada entre 0,2 a 0,3 por 1000 crianças) e uma prevalência de 1,0 a 1,5 por 1000 crianças em países em desenvolvimento. A prevalência de baixa visão em crianças é estimada como sendo três vezes maior que os números acima, segundo o Banco de Dados Mundiais sobre a cegueira da OMS. A diversidade regional brasileira e os diferentes níveis de desenvolvimento sócio-econômico sugerem a estimativa de um valor médio de prevalência de cegueira infantil para o Brasil entre 0,5 e 0,6 por mil crianças.

Os conhecimentos médicos atuais permitem prevenção ou tratamento efetivo de pelo menos 60 % das causas de cegueira e severo comprometimento visual infantil.

São Chamadas de causas evitáveis de cegueira aquelas que podem ser totalmente prevencíveis ou tratáveis para preservar a visão. Podem ser prevenidas as causas de cicatriz corneana, doenças infecciosas e retinopatia da prematuridade. Causas tratáveis incluem catarata congênita ou infantil, glaucoma congênito e retinopatia da prematuridade limiar e pré- limiar tipo 2.

A Ambliopia (olho preguiçoso) é uma das principais causas prevencíveis de cegueira, podendo estar relacionada a erro refracional não corrigido até os 06 anos de idade, à privação de imagem na retina (por obstrução dos meios oculares) e ao estrabismo, que juntas ou separadas levam ao não desenvolvimento da visão no cérebro. A cegueira por ambliopia pode ser prevenida com exame oftalmológico antes dos 03 anos de idade. A incidência de ambliopia varia de 2 a 5% da população geral.

De Modo geral, cerca de metade das crianças cegas do mundo são cegas devido a casusas evitáveis (15 % tratáveis e 28% prevencíveis). Nos países em desenvolvimento, a proporção de cegueira por causas evitáveis é maior que nos países desenvolvidos.

Cegueira e Baixa Visão nos Adultos e Idosos:

Todos os adultos com mais de 40 anos apresentam problemas de refração, necessitando de correção visual. A estatística mundial de prevalência de miopia e astigmatismo estima que até 30% dos indivíduos com menos de 40 anos de idade necessitam ou necessitarão de óculos. Somam-se a esta estatística, parte dos casos de hipermetropia nos adultos. Após os 40 anos de idade 100% da população mundial apresenta o processo da vista cansada ou Presbiopia, interferindo na visão para perto, com conseqüente piora da leitura, escrita e outras atividades que exijam boa visão a curta distância.

A maior parte das doenças que causam deficiências visuais acometem os idosos. Na população adulta, algumas das maiores causas de cegueira são catarata, o glaucoma, a retinopatia diabética e a degeneração macular relacionada à idade.

Dados baseados na população mundial em 2002 mostram uma redução do número de deficientes visuais e cegos como conseqüência de doenças infecciosas. No entanto, os mesmos dados mostram o aumento do número de cegos em decorrência de condições ligadas a uma vida mais longa. Esses dados demonstram a necessidade de se ajustar os programas de saúde pública para acomodar o tratamento das doenças que agora tornam prevalentes.

As deficiências visuais não estão distribuídas equilibradamente entre os grupos etários. Mais de 82% de todas as pessoas cegas no mundo são maiores de 50 anos, apesar de esse grupo representar apenas 19% da população mundial. E o Brasil segue essa tendência mundial. De Acordo com dados da OMS, o Brasil será o sexto país do mundo em número de idosos. De acordo com o Estatuto do Idoso, são consideradas idosas no país pessoas com mais de 60 anos.

Ainda é grande a desinformação sobre a saúde dessa parcela populacional e as particularidades e desafios do envelhecimento para a saúde pública em nosso contexto social. Entre 1980 e 2000. O aumento da expectativa média de vida também aumentou acentuadamente no país. Este aumento do número de anos de vida, no entanto, precisa ser acompanhado pela melhoria ou manutenção da saúde e qualidade de vida.

Como visto, um número crescente de pessoas sofre o risco de adquirir deficiências visuais na medida em que a população se torna predominantemente mais velha. As três maiores cauãs de cegueira no mundo e no Brasil são doenças que acometem, sobretudo, idosos: a Catarata, o Glaucoma e a Degeneração Macular Relacionada à idade (DMRI).

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